Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra e são o pulmão azul do planeta. Produzem mais oxigênio do que todas as florestas reunidas e abrigam a base da cadeia alimentar marinha. Contudo, boa pate desses mares está sendo sufocada pelo esgoto nela despejado sem tratamento.
Estima-se que mais de 80% das águas residuais geradas pela humanidade sejam lançadas diretamente nos rios e mares. Esse fluxo contínuo transporta microrganismos patogênicos, resíduos químicos e matéria orgânica em decomposição, provocando zonas mortas, onde o oxigênio é quase inexistente e a vida marinha desaparece.
As consequências são graves: contaminação de peixes e mariscos, proliferação de algas tóxicas e risco crescente para a saúde humana. O ciclo da água — base da vida — transforma-se em veículo de autodestruição.
A origem do problema está menos na tecnologia e mais na indiferença coletiva. Enquanto o lucro imediato vale mais que a pureza das águas, o homem seguirá envenenando o próprio lar. O saneamento básico — que deveria ser prioridade universal — é negligenciado em nome de economias passageiras.
No sentido transcendental, essa contaminação simboliza a impureza moral que escurece o espírito do homem. Assim como os rios precisam ser purificados, também o pensamento humano necessita de limpeza e ordem. Somente quando a mente e o coração forem puros, a Terra voltará a refletir a pureza do céu. A revolução que levará a essa mudança está chegando. Os sinais e alerta ensinados por Jesus, são mais do que evidentes. Estejamos preparados, com nossas lamparinas acessas.