Segundo as profecias bíblicas, o Deus de Israel reunirá Seu povo e Suas testemunhas antes que venha o grande dia do Juízo. Está escrito que, nos tempos do fim, o Criador ajuntará seus filhos dispersos e os fará pertencer novamente a um só corpo, conforme a visão de Ezequiel:
“Eis que abrirei as vossas sepulturas, e vos farei sair delas, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel.” (Ezequiel 37.12)
A restauração anuncia o despertar das almas preparadas desde o princípio para conduzir a humanidade à renovação e ao conhecimento da verdade eterna. Mas, antes que a luz se estabeleça plenamente, as Escrituras advertem sobre um período de grande tribulação — o terceiro conflito mundial, o choque final entre os poderes materiais e, mais tarde, contra as forças do Senhor dos Exércitos.
Entretanto, o “fim” profetizado, não é a destruição definitiva do planeta, mas a transformação necessária. Após o período apocalíptico, surgirá gradualmente a nova ordem mundial, fundada na justiça, na verdade, universal e na fraternidade cósmica. O profeta Daniel já anunciava esse reino imperecível:
“O Deus do céu levantará um reino que jamais será destruído.” (Daniel 2.44)
A nova ordem não nascerá de nenhum entendimento das potências humanas, mas do reino interior — da consciência desperta, que reconhecerá o Cristo como princípio de governo dos céus sobre a Terra. Será o cumprimento da promessa feita a Abraão, confirmada por Moisés e consumada em Jesus: a restauração da harmonia entre Deus e os homens.